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Última revisão em 2025-12-17. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
=== História e historiografia digital === A emergência e a consolidação da sociedade da informação estabeleceram novas relações de produção, circulação, transmissão e apropriação de conteúdos. Transformações estão centradas na premissa da “geração e de dispositivos de processamento/comunicação da informação, em um ciclo de realimentação cumulativo entre a inovação e seu uso”.Esse panorama também instituiu outras percepções de distâncias, fronteiras e temporalidades. A linearidade comunicacional foi suplantada pela fragmentação e multiplicação das redes relacionais. A popularização da internet estabeleceu novos arranjos e rearranjos da leitura centrados na “interconexão das mensagens entre si, por meio de sua vinculação permanente com as comunidades virtuais em criação que lhe dão sentidos variados em uma renovação permanente”.Os vídeos gravados pelos celulares e compartilhados instantaneamente na rede contribuíram para novos modos de lidar com o passado e o presente. Os hiperlinks presentes nos textos eletrônicos permitem que os leitores compartilhem experiências de leituras diferenciadas das costumeiras realizadas, por exemplo, no livro de papel. Os clicks permitem leituras enviesadas, fragmentadas e múltiplas a partir de único texto. Esse contexto encontrou consonância junto as novas possibilidades trazidas pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e, recentemente, pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs).
Fontes: pt.wikipedia.org
A possibilidade do armazenamento dos conteúdos em nuvens, os serviços de hospedagem de arquivos em larga escala trouxeram novos meios de construção da memória. As demandas trazidas pela virada digital (digital turn) instituíram uma série de desafios aos diferentes campos do conhecimento. No âmbito das ciências humanas e sociais o termo humanidades digitais (digital humanities), embora ainda não se configure como categoria fechada, estabeleceu certos parâmetros teóricos e metodológicos para lidar com as tecnologias computacionais e informacionais, bem como com seus efeitos sobre as práticas investigativas. Entre os principais desafios dos pesquisadores das humanidades está “a expansão de big data, conjuntos de dados grandes demais para serem analisados por formas tradicionais de pesquisa”.A estrutura múltipla e plural das redes informacionais também ressaltaram o caráter interdisciplinar e multidisciplinar dos estudos vinculados às humanidades digitais.Em consonância a tal cenário, os historiadores também se debruçaram sobre a relação entre a história, a produção historiográfica e a internet. Com o propósito de identificar os desafios que essa realidade traz, entre as décadas finais do século XX e início do século XXI, dois ramos da historiografia ganharam destaque: a história digital (digital history) e a storiografia digitale. A primeira tem a Itália como país de referência e está diretamente vinculada ao lançamento, em 2004, da obra La Storiografia Digitale organizada por Dario Ragazzini.
Fontes: pt.wikipedia.org
A segunda tem os Estados Unidos como epicentro e o livro Digital History: A Guide to Gathering, Preserving, and Presenting the Past on the Web de Roy Rosenzweig e Daniel Cohen como referência inaugural. No cerne da relação entre a historiografia digital e o oficio do historiador ganha relevância o debate acerca das fontes históricas digitais. Torna-se preciso analisar de forma crítica como os historiadores lidam com as documentações originariamente impressas e que passam por processo de digitalização. Por exemplo, os repositórios digitais online de instituições públicas como o Arquivo Nacional e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. No contexto da história da educação podem ser citadas iniciativas: S. E. Cultura Material Escolar da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e o Museo de las Escuelas. Por outro lado, tem-se as fontes e os documentos produzidos em ambiente digital. Nesse sentido podem ser citados os conteúdos dos e-mails, dos blogs e das redes sociais. Como também podem ser mencionados os testemunhos orais e/ou imagéticos em circulação por meio de vídeos do YouTube ou entrevistas via podcast. As análises dessas fontes apontam para a necessidade de se refletir sobre os usos que os historiadores fazem dessa documentação presente na internet. Entre os aspectos necessários de serem analisados estão o suporte e a materialidade das fontes. Um documento cujo suporte original é o papel, quando é digitalizado ganha novos contextos que devem ser alvo da análise e de questionamentos por parte do historiador.
Fontes: pt.wikipedia.org
=== História pública digital === Em consonância à emergência da história digital e da história pública é instituída a chamada história pública digital (digital public history) ou história por meios digitais.O advento das tecnologias digitais estabeleceu novas vertentes na relação entre a história, o passado, os historiadores e o público em geral. No panorama digital, a escrita da história transpassa os círculos acadêmicos e passa a abarcar profissionais de outras áreas como o jornalismo. Por meio de biografias, canais de internet entre outras materialidades são produzidas leituras e releituras sobre o passado por indivíduos e grupos sociais que, em determinados contextos, estabelecem narrativas sem o rigor teórico-metodológico e as análises críticas necessárias ao fazer historiográfico.Dessa forma se abre espaço para fenômenos como o negacionismo histórico e o revisionismo histórico. Por outro lado, os historiadores também passaram a criar e a desenvolver espaços digitais com o propósito de ampliar a circulação e divulgação científica das pesquisas e conteúdos históricos produzidos na acadêmica e nos espaços escolares. Por exemplo: o portalCafé História. A história pública digital institui “questões epistemológicas juntamente com novas ferramentas criadas para responder por elas”.Os documentos e fontes antes restritos aos arquivos físicos passaram a poder ser acessados via sites e repositórios de internet. Por exemplo: o projeto "Memória do Mundo" da UNESCO.
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)